terça-feira, 3 de outubro de 2017

Bunda Boa em Ação




Das antigas... Fiquei na vontade de voltar a gravar... 🙈😌😈

segunda-feira, 2 de outubro de 2017

Bunda Boa No Skype

Queridos, boa tarde. Consegui criar meu novo skype e quem quiser, pode me adicionar. Terei o maior prazer em adiciona-los, conversar e quem sabe... bem... O endereço é: bundaboaznrj@outlook.com, ok?
Infelizmente, não consegui reativar o endereço antigo. Espero que entendam, caso eu demore a responder. Beijos e abraços em todos!

domingo, 1 de outubro de 2017

No Barber Shop

 Faz tempo que sou cliente dessa barbearia e todo mês, como de costume, dou aquele trato no visual. Normalmente vou no final de semana e no final do dia, já que o clientela dos meninos é grande e já cheguei ficar horas esperando a minha vez. Nesse dia, fui próximo do final do expediente e não demorei muito, pois tinham pouquíssimos clientes que já estavam terminando o corte. Como de costume, os meninos conversavam sobre o jogo de futebol que estava passando pela televisão e confesso à vocês, puto que sou, tenho um tesão enorme pelos donos dessa barbearia. Um deles é um pouco gordinho, mas uma gracinha. Faz uma cara meio fechada, o que aumenta a sua sensualidade e eu piro! O outro tem uma cara de cafajeste. Todo tatuado, um bigodinho fininho e muito mulherengo. Simpatia pura!

 Pra minha grata surpresa, foi justamente ele (o tatuado) quem terminou o corte de um cliente e me chamou: "Senta aqui, negão!". Os meninos começaram a gastar o comentário dele e eu entrei na pilha: "Assim, na frente de todo mundo?". O outro dono, ficou me olhando pelo espelho e soltou um sorriso de canto de boca. O tatuado fez um outro comentário, que não vou recordar qual e ficou naquilo mesmo. Perguntou se eu iria fazer o corte de sempre e eu respondi, que ia mudar. Pedi pra fazer um corte de dois pentes, com costeleta quadrada. Normalmente, não demoro muito. Fico de dez a quinze minutos ali, mas comecei a estranhar que tava demorando mais do que o normal e percebi que ele sarrava levemente no meu braço. Como demoro a perceber um pouco as coisas, nem me liguei que os outros clientes já haviam saído e fiquei sozinho com os dois donos.

 Ele pegou a navalha e começou a procurar a gilete. Enrolou, enrolou e pediu que eu esperasse um pouco, pois iria no escritório pegar a mesma, pois não estava encontrando- a. O outro dono, avisou que já estava saindo e que ia encostar a porta. Em seguida, o tatuado veio com um semblante safado e me encarando pelo espelho. Segurou firme na minha cabeça e perguntou se queria a costeleta fina ou quadrada. Respondi que queria quadrada e logo fez um comentário bem próximo ao meu ouvido: "Tô numa seca fdp!". Ah, se ele soubesse que poderia tirar o atraso dele comigo e ali mesmo... Desejo pedido, desejo realizado! Comentei a animação dele, que continuava a olhar fixamente pra mim, pelo espelho, e segurou firme na minha cabeça, começando a esfregar minha cara na rola dele, que já estava dura, dando sinal de vida, fazendo aquele volume na bermuda de moleton.

 Ele trancou a porta da barbearia por dentro, desligou as luzes, deixando só a dos refletores dos espelhos e sentou no banco que ficam os clientes que aguardam a vez. Ajoelhei na sua frente e puxei a rola (que rola!) e comecei o boquete. Que pau quente, minha gente! Aquele cheiro de homem, que eu amo, todo depilado e eu sem titubear, mandei ver na mamada. Não sei o que acontece comigo, que baixa a puta em mim e eu engulo a rola dele toda. Ele se contorcia e gemia muito. O que me deixava mais alucinado: "Para. Para que eu tô quase gozando, só com esse boquete!" Oi? Mas eu não vim preparado pra te dar! Ele percebeu minha surpresa e soltou um sorriso de canto de boca:"Você acha que vou perder a oportunidade de comer esse cuzão? Sempre que você passa aqui na rua, fico olhando pra essa rabeta!" Fiquei meio sem graça e tirei a roupa:"Só vai devagar, pois estou muito tempo sem dar. Deixa eu relaxar e depois brinca do que você quiser!". Ele ficou de pé e mais uma vez, puxou minha cabeça em direção à pica e me fez engolir tudo. 

 Ele pegou uma camisinha, vestiu e mandou eu ficar apoiado de joelhos no banco:"Eu não dou, faz tempo! Vai devagar..."pedi.
"Problema é seu. Quem mandou ter um bundão tesudo desse?"
"Cu não é buceta, fdp. Já disse pra começar devagar, pra eu relaxar. Olha o tamanho disso!" Ele pegou um creme, passou no pau e lambuzou a entrada do meu rego. Piquei e dei uma gemida, empinando mais ainda a bunda pra ele, que foi lambuzando mais e dedando mais o que ajudou a relaxar. Foi inteligente da parte dele, sacana e deu pra encarar melhor a tora. Dei muito pra aquele tatuado caralhudo. Sentei com vontade e a cada gemida dele, mais a puta que vive aqui dentro dava o ar da graça. Piscava naquela pica, ele pedia pra fuder a pica, sentia as bolas na minha bunda, até que ele pediu pra parar, se não ia gozar. Fiz de conta que não ouvi e comecei a sentar com mais força. Quando percebi que ele ia gozar. Tampei a sua boca e o filha da puta gemia... as veias saltavam, os olhos esbugalhavam... Me senti o máximo, deixando aquele socador molinho, deitado no banco. Saí de cima dele, me limpei e vesti a roupa, enquanto ele tentava se recuperar. Peguei minha carteira, paguei pelo corte: "Reaja homem! Fraquinho, hein!" E fui em direção à porta. A cara dele pra mim, foi ótima, pois ele não imaginava que eu teria aquela reação. Afinal, romance eu encontro na livraria!

terça-feira, 26 de setembro de 2017

BUNDA BOA ZN RJ

Tô de volta, minha gente!
Depois de muito tempo, cerca de dois anos e meio, estou na área e com muito tesão.
Muitas coisas aconteceram, e com certeza, quero dividir algumas das minhas aventuras com vocês.
Consegui reativar a conta do blog, que há um tempinho vinha tentando... e agora espero engrenar.
Nesses dois anos, namorei, separei, viajei, iniciei um novo ciclo profissional e uma coisa posso dizer: continuo com o tempo corrido, mas encaixando um tempo pra aquela fugidinha. Sei que alguns continuam acessando o blog, lendo as histórias antigas e irei atualizá- los o mais breve possível. Ok?
Espero que estejam todos bem, e caso queiram repartir as histórias de vocês, fiquem a vontade. Terei um enorme prazer de compartilhar com todos. Brevemente, irei disponibilizar meu novo Skype e Whatsapp. Ok? Então, até breve! 😉

segunda-feira, 16 de março de 2015

A Grande Aposta!



                Certo dia estava de bobeira, no meu trabalho, coisa rara de acontecer, conversando com um colega. Trabalho em uma academia e por isso acabo tendo contato com muitas pessoas. A equipe, na qual faço parte é bem unida, onde todos se ajudam, trocam informações e de uma forma geral a relação é bem harmônica. Certa vez, estava conversando com um grande colega, Bruno, de quem sou mais chegado, de toda a equipe, até pelo fato de ser gay, como eu. Posso dizer que ele é meu conselheiro e num desses papos, não poderia deixar de falar sobre muita sacanagem.

                Ficamos contando casos, um do outro, Bruno ficou meio surpreso quando contei do cobrador e do motorista do 372 e do jogador, com quem fiquei um tempo atrás, e do blog. Ele achou muito louco, o fato de eu contar minhas aventuras, porém gostou da idéia e resolver acessar. Disse que eu era maluco, que qualquer dia iria passar por uma saia justa que me faria parar de maluquice. Ou ainda, iria me apaixonar loucamente e tornar- me “fiel”. Como assim? Socorro! Isso até pode acontecer, mas enquanto não aparece o cara certo, vou me divertindo com os gostosos mesmo. Perguntei a ele, se alguma vez já tinha passado pela sua cabeça, a idéia de transar com mais de um cara. Ele confidenciou que sempre fazia e que de vez em quando, marcava umas festinhas em sua casa.

                Independente de eu ser safado, piranha e gostar muito de uma rola, eu sou um pouco careta em relação a alguns assuntos e acredito que transar a 3, a 4, a 5, requer uma sintonia e um encaixe. Curto boas preliminares, um cara limpo e higiênico. O beijo chega a ser dispensável, apesar de ser parte fundamental do sexo. Ele me contou, também, que já tinha dado para dois negões de gebas enormes e se eu teria coragem. Disse a ele, que não sou homem de fugir de nada, que tudo era possível. Então ele propôs a mim, dar para os dois negões que ele saía e se caso eu pedisse arrego, teria que pagar uma rodada de cerveja pra ele. Aceitei o desafio e disse que era só marcar o dia que estaria lá: lindo, belo, liso e negro.

                Ele fez contato com os negões que aceitaram participar da brincadeira. Fiquei na curiosidade, pois Bruno não queria me mostrar nenhuma foto deles. Já que tínhamos apostado, valeria “quase” tudo, até porque nenhum dois queria perder. Mas era o meu rabo que estava na reta, né? Pois bem. Marcamos num sábado, a tarde, no apartamento do Bruno. Quando cheguei, os dois ainda não tinham dado o ar da graça e comecei a lembrar- me do dia que fiquei com os dois jogadores no motel. Levei todo meu arsenal de guerra e comecei a beber pra poder relaxar.

                Preparei uma caipirinha e ficamos Bruno e eu, esperando os deuses de ébano chegar. Senti que estava um pouco mais relaxado e depois de alguns minutos, o interfone toca. O porteiro anuncia a chegada de dois rapazes e Bruno autoriza a subida deles. Eu vestia uma bermuda vermelha, listrada e sem camisa, e por baixo uma sunga vermelha. Coloquei um som para quebrar aquele silêncio que imperou por alguns instantes no apartamento e deixei alguns acessórios separados, como: camisinhas e lubrificante. Da sala, podia ouvir algumas vozes vindas do corredor. Eram vozes másculas e um deles, percebi pelo sotaque, não ser do Rio de Janeiro.

                Eles surgem no meio da sala. Dois negões, altos, bronzeados, fortes e com um sorriso largo. Olharam-me dos pés à cabeça e me cumprimentaram. Bruno nos apresentou, um deles se chama Walter e o outro se apresentou como Baiano. Baiano perguntou se eu era o famoso Bunda Boa, pois tinha acessado meu blog e lido minhas histórias, visto minhas fotos e que de cara tinha ficado com tesão. Walter perguntou se eu tinha disposição de agüentar duas rolas, com mais de 20 cm. Disse que o tamanho não importava que eu queria era rola na minha bunda.

                Os dois se aproximaram e pude perceber que já estavam, assim como eu, de barraca armada. Impressionei-me com o tamanho, gente, realmente era grande. Uma delas, a do Walter, não conseguia fechar a mão toda. Para vocês terem uma idéia, façam a letra C, com a mão de uma forma normal. Nem fechando e nem abrindo demais a mão. Rola quente e babona, o que eu amava. Os dois se aproximaram de mim, com aquele olhar desafiador, dizendo “você está literalmente fodido”. Bruno se afastou e foi para cozinha preparar algo que a esta altura não estava interessado em saber o que era. O Baiano, mais atirado, veio por trás, roçou gostoso, segurou na minha cabeça e me deu um beijo gostoso. Walter tirou a rola pra fora, começou a se punhetar e caiu de boca no meu peitoral. Não preciso nem comentar que meu tesão foi até a lua umas dez vezes. Segurei a cabeça de Walter, conduzindo a mamada que ele dava, com maestria nos meus peitos, enquanto, Baiano beijava meu pescoço, minha orelha e pressionava a rola na minha bunda.

                Agachei- me e fiquei admirando aquelas duas anacondas. A do Baiano era uma rola mais bem desenhada, digamos assim. Grossa, cumprida, lisa e com a cabeça rosada. Tive que fazer revezamento e me esforçava ao máximo para fazer caber aquelas gebas enormes na minha boca. A caipirinha, nessas horas, é minha grande aliada. Já estava um tanto animado e não prestava atenção nos comentários que eles faziam. Acredito que estavam gostando. Mamava com muita vontade, a cabeça e todo o membro, até as bolas. Walter, percebendo que estava preferindo mais a rola do Baiano, me levantou, curvou- me, fazendo continuar a pagar o boquete para o Baiano, se ajoelhou e meteu a boca no meu rabo. Puta que pariu! Aquele filho da puta, era mestre na arte de fuder e estava descobrindo os meus pontos fracos. Meus gemidos, que estavam abafados por conta da rola que eu estava tentando engolir, denunciavam que o caminho era aquele para a “felicidade”.

                Baiano sentou- se no sofá, ajoelhei- me no chão, em quatro apoios, enquanto Walter brincava com minha bunda. Lambia meu anel, enfiava a língua lá dentro e com cuidado penetrava seu dedo médio em mim. Perguntava se eu estava gostando e eu respondia que sim com a cabeça. Ele começou a lubrificar a cabeça do pau e a roçar na porta do meu cu. Comecei a pedir rola e o Baiano batia com a rola dele na minha cara. Mamei com mais força aquela geba maravilhosa e Walter tratou de pegar umas das camisinhas que deixei separadas na mesa. Lubrifiquei bastante e pedi para que Walter sentasse no sofá. Resolvi tentar sentar, começar bem devagar, pois eu ia sair destruído de lá.

                A rola do Baiano não saia da minha boca, mas pude sentir cada centímetro da do Walter, rasgar minha bunda. Ele forçava a pica e eu tentava relaxar, mas estava difícil. Os dois eram putos demais, não me davam um minuto de sossego. Tive que provar que não era fraco e suportei com bravura. Com muito sacrifício a rola do Walter entrou, ele soltou um gemido de satisfação e disse que meu cu era apertado e gostoso. Comecei a rebolar devagarzinho e a dor inicial estava dando lugar ao prazer. O ritmo começou a aumentar e a medida que eu rebolava mais forte, Walter aumentava a pressão da rola dele na minha bunda e quando percebi, já estava tudo dentro. Podia sentir as bolas dele na minha bunda e foi só me entregar ao prazer. Daí, Baiano se afastou, pegou a camisinha e o lubrificante. A rola do Walter já tinha feito um estrago, mas abriu espaço para que a do Baiano entrasse com mais facilidade. Não senti tanta dor, mas essa foi lá no útero! Parecia um animal fudendo, metia com muita força e abafava meus gemidos, enfiando minha cara nas almofadas do sofá.

                Bruno assistia ao ato com um ar de satisfação e desejo. Minhas pernas já estavam dormentes, por conta da posição e me virei de bruços. Agüentei o máximo que pude, a rola do Baiano estava me destruindo, não conseguia respirar direito. Minha freqüência cardíaca estava a uns 90%, com toda a certeza. Pedi mais um pouco da caipirinha, até pra poder agüentar o rojão. Apoiei- me na mesa, empinei a bunda e começou a segunda sessão de surra de pica. Walter se aproximou e abocanhei a rola dele. Relaxei mais um pouco, depois de uma golada na caipirinha e começamos a loucura. Baiano me pegou no colo e meteu a vara dentro, porém ficou quieto, me olhando com um sorriso safado. Walter veio por trás, encostou aquele peitoral gostoso e suado nas minhas costas e começou a forçar a cabeça do seu pau. “What?” Puta merda, eles queriam fazer uma dp comigo? Era muita dor, comecei a gritar de dor, mas os dois não tinham pena. Com muito custo, as duas entraram. Nunca tinha sentido tanta dor na minha vida, nem quando eu dei pela primeira vez.

                Fiquei ali, por alguns instantes, no colo do Baiano, sentindo aquelas duas rolas me rasgando. Porém não sou muito leve, né? Fomos para a cama do Bruno e continuamos o sanduíche. A sensação estava bem gostosa. Baiano mamava meus peitos, enquanto Walter metia a rola e assim, eles revezavam. Pois era muita rola pra pouco cu. Mas o meu tesão era imenso, pedia rola e eles me chamavam de puta, safada, cachorra. Posso dizer que levei uma caprichada surra de rolas. Já não agüentava mais de tanto tesão e gozei com a rola do Baiano no meu cu. Walter logo em seguida, puxou minha cabeça para entre suas pernas, deixando sua rola direcionada para o meu rosto. Percebi que Baiano ia gozar e tratei de rebolar com mais força. Não demorou muito para que aquele puto, gostoso e safado enchesse a camisinha de leite e sentir aquela pica pulsando dentro de mim, era maravilhoso. De repente, Walter avisa que vai gozar e esporra minha cara. Era muita porra, muito gozo.

                Ficamos ali por um tempo, deitados, tentando nos recuperar daquele ato fenomenal. Não sentia nada. Minha respiração era ofegante, estava dilacerado, fudido, literalmente.