quarta-feira, 27 de maio de 2015

Voltei

Olá queridos, tudo bem? Depois de mais um sumiço, estou de volta. Trarei fotos novas e vídeos também e claro... um fogo no rabo, maior do que nunca. Juro que estou tentando me comportar, mais está dificil. Voltei a malhar e tem cada homem... Gzusssss, por enquanto é só. Volto mais tarde com um novo conto. Beijos na cabeça da piroca de cada um!

segunda-feira, 16 de março de 2015

A Grande Aposta!



                Certo dia estava de bobeira, no meu trabalho, coisa rara de acontecer, conversando com um colega. Trabalho em uma academia e por isso acabo tendo contato com muitas pessoas. A equipe, na qual faço parte é bem unida, onde todos se ajudam, trocam informações e de uma forma geral a relação é bem harmônica. Certa vez, estava conversando com um grande colega, Bruno, de quem sou mais chegado, de toda a equipe, até pelo fato de ser gay, como eu. Posso dizer que ele é meu conselheiro e num desses papos, não poderia deixar de falar sobre muita sacanagem.

                Ficamos contando casos, um do outro, Bruno ficou meio surpreso quando contei do cobrador e do motorista do 372 e do jogador, com quem fiquei um tempo atrás, e do blog. Ele achou muito louco, o fato de eu contar minhas aventuras, porém gostou da idéia e resolver acessar. Disse que eu era maluco, que qualquer dia iria passar por uma saia justa que me faria parar de maluquice. Ou ainda, iria me apaixonar loucamente e tornar- me “fiel”. Como assim? Socorro! Isso até pode acontecer, mas enquanto não aparece o cara certo, vou me divertindo com os gostosos mesmo. Perguntei a ele, se alguma vez já tinha passado pela sua cabeça, a idéia de transar com mais de um cara. Ele confidenciou que sempre fazia e que de vez em quando, marcava umas festinhas em sua casa.

                Independente de eu ser safado, piranha e gostar muito de uma rola, eu sou um pouco careta em relação a alguns assuntos e acredito que transar a 3, a 4, a 5, requer uma sintonia e um encaixe. Curto boas preliminares, um cara limpo e higiênico. O beijo chega a ser dispensável, apesar de ser parte fundamental do sexo. Ele me contou, também, que já tinha dado para dois negões de gebas enormes e se eu teria coragem. Disse a ele, que não sou homem de fugir de nada, que tudo era possível. Então ele propôs a mim, dar para os dois negões que ele saía e se caso eu pedisse arrego, teria que pagar uma rodada de cerveja pra ele. Aceitei o desafio e disse que era só marcar o dia que estaria lá: lindo, belo, liso e negro.

                Ele fez contato com os negões que aceitaram participar da brincadeira. Fiquei na curiosidade, pois Bruno não queria me mostrar nenhuma foto deles. Já que tínhamos apostado, valeria “quase” tudo, até porque nenhum dois queria perder. Mas era o meu rabo que estava na reta, né? Pois bem. Marcamos num sábado, a tarde, no apartamento do Bruno. Quando cheguei, os dois ainda não tinham dado o ar da graça e comecei a lembrar- me do dia que fiquei com os dois jogadores no motel. Levei todo meu arsenal de guerra e comecei a beber pra poder relaxar.

                Preparei uma caipirinha e ficamos Bruno e eu, esperando os deuses de ébano chegar. Senti que estava um pouco mais relaxado e depois de alguns minutos, o interfone toca. O porteiro anuncia a chegada de dois rapazes e Bruno autoriza a subida deles. Eu vestia uma bermuda vermelha, listrada e sem camisa, e por baixo uma sunga vermelha. Coloquei um som para quebrar aquele silêncio que imperou por alguns instantes no apartamento e deixei alguns acessórios separados, como: camisinhas e lubrificante. Da sala, podia ouvir algumas vozes vindas do corredor. Eram vozes másculas e um deles, percebi pelo sotaque, não ser do Rio de Janeiro.

                Eles surgem no meio da sala. Dois negões, altos, bronzeados, fortes e com um sorriso largo. Olharam-me dos pés à cabeça e me cumprimentaram. Bruno nos apresentou, um deles se chama Walter e o outro se apresentou como Baiano. Baiano perguntou se eu era o famoso Bunda Boa, pois tinha acessado meu blog e lido minhas histórias, visto minhas fotos e que de cara tinha ficado com tesão. Walter perguntou se eu tinha disposição de agüentar duas rolas, com mais de 20 cm. Disse que o tamanho não importava que eu queria era rola na minha bunda.

                Os dois se aproximaram e pude perceber que já estavam, assim como eu, de barraca armada. Impressionei-me com o tamanho, gente, realmente era grande. Uma delas, a do Walter, não conseguia fechar a mão toda. Para vocês terem uma idéia, façam a letra C, com a mão de uma forma normal. Nem fechando e nem abrindo demais a mão. Rola quente e babona, o que eu amava. Os dois se aproximaram de mim, com aquele olhar desafiador, dizendo “você está literalmente fodido”. Bruno se afastou e foi para cozinha preparar algo que a esta altura não estava interessado em saber o que era. O Baiano, mais atirado, veio por trás, roçou gostoso, segurou na minha cabeça e me deu um beijo gostoso. Walter tirou a rola pra fora, começou a se punhetar e caiu de boca no meu peitoral. Não preciso nem comentar que meu tesão foi até a lua umas dez vezes. Segurei a cabeça de Walter, conduzindo a mamada que ele dava, com maestria nos meus peitos, enquanto, Baiano beijava meu pescoço, minha orelha e pressionava a rola na minha bunda.

                Agachei- me e fiquei admirando aquelas duas anacondas. A do Baiano era uma rola mais bem desenhada, digamos assim. Grossa, cumprida, lisa e com a cabeça rosada. Tive que fazer revezamento e me esforçava ao máximo para fazer caber aquelas gebas enormes na minha boca. A caipirinha, nessas horas, é minha grande aliada. Já estava um tanto animado e não prestava atenção nos comentários que eles faziam. Acredito que estavam gostando. Mamava com muita vontade, a cabeça e todo o membro, até as bolas. Walter, percebendo que estava preferindo mais a rola do Baiano, me levantou, curvou- me, fazendo continuar a pagar o boquete para o Baiano, se ajoelhou e meteu a boca no meu rabo. Puta que pariu! Aquele filho da puta, era mestre na arte de fuder e estava descobrindo os meus pontos fracos. Meus gemidos, que estavam abafados por conta da rola que eu estava tentando engolir, denunciavam que o caminho era aquele para a “felicidade”.

                Baiano sentou- se no sofá, ajoelhei- me no chão, em quatro apoios, enquanto Walter brincava com minha bunda. Lambia meu anel, enfiava a língua lá dentro e com cuidado penetrava seu dedo médio em mim. Perguntava se eu estava gostando e eu respondia que sim com a cabeça. Ele começou a lubrificar a cabeça do pau e a roçar na porta do meu cu. Comecei a pedir rola e o Baiano batia com a rola dele na minha cara. Mamei com mais força aquela geba maravilhosa e Walter tratou de pegar umas das camisinhas que deixei separadas na mesa. Lubrifiquei bastante e pedi para que Walter sentasse no sofá. Resolvi tentar sentar, começar bem devagar, pois eu ia sair destruído de lá.

                A rola do Baiano não saia da minha boca, mas pude sentir cada centímetro da do Walter, rasgar minha bunda. Ele forçava a pica e eu tentava relaxar, mas estava difícil. Os dois eram putos demais, não me davam um minuto de sossego. Tive que provar que não era fraco e suportei com bravura. Com muito sacrifício a rola do Walter entrou, ele soltou um gemido de satisfação e disse que meu cu era apertado e gostoso. Comecei a rebolar devagarzinho e a dor inicial estava dando lugar ao prazer. O ritmo começou a aumentar e a medida que eu rebolava mais forte, Walter aumentava a pressão da rola dele na minha bunda e quando percebi, já estava tudo dentro. Podia sentir as bolas dele na minha bunda e foi só me entregar ao prazer. Daí, Baiano se afastou, pegou a camisinha e o lubrificante. A rola do Walter já tinha feito um estrago, mas abriu espaço para que a do Baiano entrasse com mais facilidade. Não senti tanta dor, mas essa foi lá no útero! Parecia um animal fudendo, metia com muita força e abafava meus gemidos, enfiando minha cara nas almofadas do sofá.

                Bruno assistia ao ato com um ar de satisfação e desejo. Minhas pernas já estavam dormentes, por conta da posição e me virei de bruços. Agüentei o máximo que pude, a rola do Baiano estava me destruindo, não conseguia respirar direito. Minha freqüência cardíaca estava a uns 90%, com toda a certeza. Pedi mais um pouco da caipirinha, até pra poder agüentar o rojão. Apoiei- me na mesa, empinei a bunda e começou a segunda sessão de surra de pica. Walter se aproximou e abocanhei a rola dele. Relaxei mais um pouco, depois de uma golada na caipirinha e começamos a loucura. Baiano me pegou no colo e meteu a vara dentro, porém ficou quieto, me olhando com um sorriso safado. Walter veio por trás, encostou aquele peitoral gostoso e suado nas minhas costas e começou a forçar a cabeça do seu pau. “What?” Puta merda, eles queriam fazer uma dp comigo? Era muita dor, comecei a gritar de dor, mas os dois não tinham pena. Com muito custo, as duas entraram. Nunca tinha sentido tanta dor na minha vida, nem quando eu dei pela primeira vez.

                Fiquei ali, por alguns instantes, no colo do Baiano, sentindo aquelas duas rolas me rasgando. Porém não sou muito leve, né? Fomos para a cama do Bruno e continuamos o sanduíche. A sensação estava bem gostosa. Baiano mamava meus peitos, enquanto Walter metia a rola e assim, eles revezavam. Pois era muita rola pra pouco cu. Mas o meu tesão era imenso, pedia rola e eles me chamavam de puta, safada, cachorra. Posso dizer que levei uma caprichada surra de rolas. Já não agüentava mais de tanto tesão e gozei com a rola do Baiano no meu cu. Walter logo em seguida, puxou minha cabeça para entre suas pernas, deixando sua rola direcionada para o meu rosto. Percebi que Baiano ia gozar e tratei de rebolar com mais força. Não demorou muito para que aquele puto, gostoso e safado enchesse a camisinha de leite e sentir aquela pica pulsando dentro de mim, era maravilhoso. De repente, Walter avisa que vai gozar e esporra minha cara. Era muita porra, muito gozo.

                Ficamos ali por um tempo, deitados, tentando nos recuperar daquele ato fenomenal. Não sentia nada. Minha respiração era ofegante, estava dilacerado, fudido, literalmente.

segunda-feira, 9 de março de 2015

Apaguem as luzes. E vem sentir muito prazer!

Olá queridos, tudo bem? Hoje, resolvi escrever e desabafar um pouco. Tirar de mim, todo esse enojamento que a cada dia venho acumulando desse nosso meio gay e atrevo- me a dizer de alguns gays. Desde quando me assumi, tinha total noção das dificuldades que enfrentaria, por ser um gay e me aceitar assim. Porém, agradeço imensamente à meus pais, por terem me dado toda a educação necessária, para me tornar uma pessoa livre de preconceitos e firme nos conceitos que tenho. Tive dois relacionamentos que me fizeram amadurecer em aspectos importantes: O primeiro, me fez indiretamente, tomar uma decisão importante e sair da zona de conforto que me encontrava. Confesso a vocês, que pensei, refleti e muito sobre o assunto. Estava dividido entre os que me queriam bem e quem eu "amava". Lembro, que Deus colocou "anjos" em minha vida, na hora certa. Nunca, um pink coloriu tão bem a minha vida e assim, me abri, me despi e me fortaleci. Enfrentei a opinião dos meus pais, o choque de gerações e provei, como faço até hoje, que o fato de abrir a minha intimidade, não implica na mudança da minha personalidade, até porque, já estava no alto de meus 23 anos, formado e começando no meio profissional. Minha segunda relação, aprendi a me amar antes de qualquer pessoa. Gostei muito dele, mas sofri com as inúmeras mentiras e sua total falta de respeito. Mas não me faço de vítima, pelo contrário, quero me fortalecer a cada tropeço e seguir com a minha cabeça erguida. Porém, a realidade é muito cruel. Cruel com quem permite se deixar levar pela beleza, pelo poder, pelo sexo fácil. Criei esse espaço, há alguns anos, e nunca me despi da forma que o faço nesse momento. Permito- me estar não só nos lugares que me fazem bem, mas nos lugares que é preciso estar e me deparo com a fragilidade e da futilidade de alguns e muitos gays, da necessidade de estar inserido em um mundo totalmente falso. Em busca de quê? Todos belos, donos de uma plástica ditadora, que determina o seu sucesso ou seu fracasso na noite. Antes você paquerava, trocava olhares, puxava um papo e então rolava um beijo. Hoje, olhou por mais de três segundos, os beijos se tornam uma ponte curta para as rápidas preliminares e um casual ato sexual, feito ali mesmo, no canto da boate, na cabine do banheiro da balada...
Ato consumado, desejo saciado, voltemos para o campo de batalha. Se você estiver acompanhado, se convença que dividir seu companheiro com um compulsivo sexual, está se tornando algo totalmente normal e no primeiro descuido, o seu se torna de todos. Na rua, os aplicativos que fazem você se tornar produto em liquidação e leva quem tem o local, a idade, o dote, a "cam"... mas se você tiver apenas sua amizade e experiência, desiste, você vai ficar "na pista". Recorremos às tombadas salas de bate- papo, onde é mais fácil encontrar uma agulha no palheiro, a alguém que no mínimo você consiga beijar. Sinceramente, desista de encontrar o seu príncipe encantado. Se o entregador de pizza leva quase uma hora pra fazer a entrega, acha mesmo que aquele é o lugar ideal? E as saunas? Os quartos escuros são as únicas opções para que sua ida não passe de uma frustrada tentativa de se aliviar, mas a perfeita opção de se auto destruir. Ou seja, ser gay, hoje, deixou de ser simplesmente um desafio para conquistar o desejo, o respeito da sociedade e viver sua vida da forma comum. Ser gay é mostrar que você pode viver independente, pegar quantos você quiser, viver na promiscuidade, ou pelo menos tentar, marcar em suas roupas, as maiores e melhores grifes mundiais e ostentar. Sim, porque uma bicha de verdade, ostenta: A namoradinha de fachada, o desejo reprimido, a inversão de valores.
Minha opinião pode gerar muitos questionamentos e os entendo. Aliás, logo eu, que me despi e assim ostento a minha safadeza, e não a nego, estou aqui julgando quem o faz... Talvez seja o retrato de uma fase nova, vá saber? Mas que possamos refletir mais sobre nossos passos, nossas decisões, pois sei que não prejudico ninguém, pelo menos diretamente, não aponto o dedo para menosprezar, pra ridicularizar, pra classificar. Só quem passa por isso, entende!



segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Feliz 2015

 Olá queridos, tudo bem? Muito bom poder voltar a publicar pra vocês. Foram nove meses longe do blog, e nesse tempo, tem muita história pra contar. Algumas já comecei a contar: O Vascaíno Metedor e o Motorista do 334, e posso garantir a vocês que tem muitas outras vindo por aí!

Atualizei também, as fotos dos "Safados da Web", que são fotos de caras que conheço através do blog, caras que me mandam suas fotos e as publico aqui, com total sigilo e discrição. Caso você tenha interesse: bundaboazn@live.com

Estou adorando a participação, direta ou indireta, de cada um de vocês, em nosso blog. E peço para que vocês enviem relatos sobre suas experiências e aventuras. Gostaria de saber um pouco mais de vocês e contar da participação de todos.

Em breve, mais uma história: A GRANDE APOSTA. Imperdível!!!

sábado, 21 de fevereiro de 2015

O motorista do 334

                Estava de folga nesse dia, quando decidi dar um pulo no supermercado. Arrumei-me e peguei o primeiro ônibus que apareceu. Não tenho o hábito de andar sempre de ônibus, principalmente, no Rio de Janeiro, onde a cidade está tomada em obras e o trânsito tão caótico, que você mal consegue sair do lugar. Fiz sinal e pra minha sorte, o motorista parou. Não pude deixar de reparar nele, pois chamou a minha atenção o sorriso que estampava o seu rosto. Forte, porém, ele não era malhado, careca, um sorriso bem safado, dentes perfeitos e brancos, óculos de grau, que dava certo charme naquele visual de motorista suburbano e um relógio preso no seu punho direito. O cumprimentei e ele me  retribuiu, olhando nos meus olhos, dando um bom dia. Paguei a quantia de R$ 3.40 (Três reais e quarenta centavos), que é a tarifa dos ônibus municipais, e ele não liberava a roleta. Não gosto muito de ficar ali na frente, principalmente quando o ônibus está em movimento.

                Ele parou, separou o dinheiro que eu tinha dado certo, e perguntou o motivo da pressa. Respondi que só queria sentar, já que todo motorista parece comprar a carteira e dirige ônibus parecendo estar puxando carroça. Seu sorriso estampou novamente o rosto e ele liberou a roleta. Disse que poderia sentar onde eu quisesse. Percebi a maldade em seu comentário e não podia deixar de responder. Disse que não sentava em qualquer lugar, tinha que valer a pena, e devolvi o sorriso safado. Ele me olhou pelo retrovisor e deu partida. Estávamos sozinhos no ônibus, pois o ponto final era próximo de onde eu tinha pegado. Sentei em sua direção e ali fiquei encarando pelo retrovisor. Ele não tinha pudor, era discreto e objetivo. Disse que poderia fazer valer a pena e deu uma ajeitada no pau. Meu lado safado despertou na hora e fiquei hipnotizado.

                Trocamos contato, o adicionei no Whatsapp e decidimos manter contato e marcarmos numa outra oportunidade, já que ele estava de serviço. No restante do dia, ficamos conversando, até que ele revelou gostar de sair com homens, mais que ninguém sabia. Mora na Baixada Fluminense, tem 34 anos, solteiro, e queria me conhecer melhor. Disse que ele poderia conhecer o quanto quisesse e mandei uma foto minha bem provocante. Ele ficou nervoso e pediu pra que marcássemos algo naquele mesmo dia. Propus que fôssemos num motel, na Washington Luís, assim que ele terminasse o expediente, e assim ficamos combinados.

                Chegando no horário marcado, ele veio com aquele sorriso estampado no rosto, bem característico, mesmo com todo cansaço e perguntei se ele teria forças para me dar um trato, já que acordou cedo e dirigiu por horas, no trânsito do subúrbio carioca, tarefa não muito fácil. Disse que não o conhecia e depois das fotos que eu tinha mandado pra ele, que a excitação era maior que o cansaço. Pensei comigo: Ele estava com um dos viados mais putos e insaciáveis. Tinha que dar conta do recado! E dessa forma, pegamos um taxi e fomos em direção ao motel.

                Lá, pedimos um apartamento de luxo, e o taxista nos deixou na parte interna do motel. Ele me olhava com certa malícia e sempre dava uma mexida no pau. Provocava ele, dizia que na hora H, o bicho não ia funcionar e ele balançava a cabeça como se estivesse dizendo: “Você não imagina o que vou fazer com você!” Eu adorava provocar, principalmente, quando o cara estava disposto a dar aquela trepada. No quarto, fechei as janelas e liguei o ar. Ele me olhava e acompanhava cada ato meu, minha agilidade para preparar o quarto. Liguei a TV, coloquei em um canal que estivesse de acordo com o momento, claro, e tirei minha blusa. Perguntei se ele ficaria ali parado, que minhas desconfianças estavam se confirmando. Ele veio de uma vez só, me tascou um beijo maravilhoso. 

                Aquele misto de suor e um perfume suave me excitaram mais, e enquanto ele me abraçava pela cintura, fazendo sentir aquela jeba volumosa por dentro da calça, o abracei pelos ombros, segurando sua cabeça e beijando- o freneticamente. Suas mãos percorriam as minhas costas e apertava minha bunda. Ele queria confirmar se tudo aquilo visto nas fotos, era de verdade, soltamos uma gargalhada e o puxei para o banheiro. Sou mega chato e não suporto cheiro ruim, me brocha. Tirei minha roupa e entrei no Box, abri o chuveiro, deixei a água cair um pouco e comecei a me banhar. Ele também tirou sua roupa e se juntou a mim no Box. Ali, voltamos a nos beijar e agora, sem pressa, sem nos importar com qualquer outra coisa que poderia estar acontecendo ao nosso redor. Pude olhar para aquele moreno e contemplei cada pedaço do seu corpo. Ele era meu número. Uma rola imensa, que me assustou. Ele a todo o momento repetia que era muito gostoso, que meu corpo era lindo, na medida. Estava impressionado de ver como eu era liso e minha pele macia. Seu toque me deixava mais excitado. Posso dizer que o lance de pele, com ele, era mágico e especial. Onde ele segurasse, eu ia ao céu e voltava.

                Veio beijando meu pescoço e caiu no meu peitoral. Não preciso nem dizer que isso me deixa mole, né? Ele mamou meus peitos freneticamente, me pegou no colo, fazendo dar uma chave de pernas e segurava seu pescoço, enquanto ele me segurava pela cintura com uma das mãos, a outra brincava com meu cuzinho. Sentia seus dedos procurarem a porta da felicidade e quando achou, soltei um gemido. Foi a deixa pra ele começar a brincadeira. Soltei-me e ajoelhei na sua frente. Beijei a cabeça do seu pau e aos poucos comecei a mamar. Ele fechou os olhos e conduzia minha cabeça, sem pressionar, o que eu odeio. Percebeu que eu sabia o que tinha que fazer e assim confiou a missão. A água caia na gente, como coadjuvante da cena, que nós éramos os protagonistas.

                Ele fechou o registro e me puxou para a cama. O frio que tomava conta do quarto, por conta do ar, não foi capaz de dominar a gente, já que caímos na cama abraçados e nos beijando. Ele roçava a rola por entre minhas pernas e me beijava bem gostoso. Minhas pernas estavam entrelaçadas em seu quadril e podia sentir a rola passar na portinha do meu cu. Ele estendeu meus braços, acima da linha da cabeça, beijava meu pescoço, descia até meu peitoral e me roçava. Que delícia! Eu não ditava nada, quem mandava era ele, o macho da situação. Confesso a vocês que nunca gostei muito de certas posições, de certas preliminares, porém, temos que nos permitir. Ele me colocou na posição de 69 e fica meio complicado descrever essa parte. Pois me faltam palavras. O cara usou a língua de uma forma maestrina. Gemi de muito tesão, não tocava em momento algum no meu pau. Ele tinha uma habilidade com aquela língua, que me atrevo a dizer que foi a melhor linguada que recebi. Perdão aos meus queridos safados.

                Do jeito que eu estava, comecei a sentir um dos dedos forçando meu cu. A brincadeira ia começar a ficar séria. Ele vinha com o dedo médio, lubrificava com a própria saliva e metia devagar. Peguei meu lubrificante e dei pra ele poder brincar melhor. Depois ele veio e juntou o indicador e começou a massagear meu ânus. Comecei a gemer bem gostoso e logo senti o anelar se juntar e simular a penetração. Fui relaxando e piscava o cu pra ele, que foi aumentando o ritmo do vaivém. Sem tirar os dedos de dentro, ele ficou do meu lado e mandou mamar novamente. Não me fiz de rogado e abocanhei aquela rola babada e gostosa. Que delícia mamar aquele pau e sentir meu cu sendo massageado por ele. O tesão era tanto, que o puxei pra cama, peguei uma camisinha que tinha na minha carteira, mandei ele vestir, lambuzei meu cu de lubrificante e sentei naquela rola, de frente pra ele. O tesão era tanto, a massagem foi tão eficaz, que não senti dor.

                Caprichei na sentada, rebolei como uma puta, arrancando gemidas e elogios dele. Ele segurava minha cintura e forçava mais um pouco a rola, no final do movimento. Sentia a rola bem no fundo, incomodava um pouco, mas o tesão era mais forte. Ele sentou, encostando-se à cabeceira da cama, fiquei na posição de cócoras e voltei a sentar e a rebolar gostoso. Provocava, dizendo que se ele gozasse ia dar um jeito de recuperar o fôlego, pois estava com disposição pra dar a noite toda. Ele soltou um sorriso malicioso e disse que não o conhecia. Me deitou de barriga pra cima e cravou a rola toda. Nessa hora, vi estrelas. A rola bateu lá no coração e o safado castigou. Meteu sem pena, arregaçou meu cu. Ele se transformou, virou um bicho e cada estocada que dava sentia minhas pregas arrebentando. Não paramos em momento algum. Deitamos de lado, e depois da posição de quatro, confesso a vocês que dar de ladinho, é bem excitante, se o cara souber fazer, claro.

                Deixei minha bunda a mostra pra ele, enquanto a rola entrava e saia. Nosso suor deixava o clima mais intenso, ele me beijava o tempo todo que metia. Deitei de bruços e ali ele cravou de vez a pica até gozarmos juntos. Empinei a bunda, pra poder sentir aquela jeba de uns 23 cm, aproximadamente e rebolei bem gostoso. Percebi que ele segurou o máximo que pode, mas gozou farto. Confesso que também segurei o máximo que pude. Perdi as forças e ali ficamos por um tempo, sem falar nada. Ele me abraçou e sentia sua respiração nas minhas costas. Não queria sair, mas o período estava acabando, porém, tivemos tempo para um beijo bem demorado, sem nenhuma fala. Comunicávamos-nos pelo olhar. Criamos uma sintonia bem legal, até o sono tomar conta da gente e a recepção interfonar e avisar que faltava dez minutos para encerrar nosso período.